Evento de posse da nova diretoria e presidência do Partido Republicano Brasileiro, PRB. O encontro contou com a presença do presidente nacional da legenda, além de diversos nomes da política, imprensa e empresariado cearenses.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
PALESTRA SOBRE AUTOMOTIVAÇÃO E EXCELÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO
O encontro foi realizado na sala de aula dos alunos, onde eles aprendem informática e manutenção de computadores. Interessante perceber a presença de meninos e meninas de todas as idades, daqueles que não sabiam nada de informática até aqueles que buscavam uma reciclagem profissional. E foi exatamente sobre isso que fui falar, durante a palestra.
Na verdade, o encontro, como disse a eles, era mais um momento para provocações do tipo: você se conhece? Em que você é bom? Posso ir além, como uma águia, ou apenas devo ser um resignado com minha vida e com meu mundo? Muitas vezes o ser humano passa anos, décadas lutando e lutando mas nunca chega a se conhecer. Muitas vezes, não fazemos as perguntas certas.
Finalizamos nosso encontro falando do maior exemplo da humanidade, em termos de mente, espírito e também de gerenciamento de conflitos: Jesus de Nazaré. Ele soube bem o que é vencer todas diversidades do mundo e cumprir Sua missão com excelência.
Obrigado a direção da Ação Pela Vida, APV e parabéns pela formação profissional e cidadã de nosso povo!
Na verdade, o encontro, como disse a eles, era mais um momento para provocações do tipo: você se conhece? Em que você é bom? Posso ir além, como uma águia, ou apenas devo ser um resignado com minha vida e com meu mundo? Muitas vezes o ser humano passa anos, décadas lutando e lutando mas nunca chega a se conhecer. Muitas vezes, não fazemos as perguntas certas.
Finalizamos nosso encontro falando do maior exemplo da humanidade, em termos de mente, espírito e também de gerenciamento de conflitos: Jesus de Nazaré. Ele soube bem o que é vencer todas diversidades do mundo e cumprir Sua missão com excelência.
Obrigado a direção da Ação Pela Vida, APV e parabéns pela formação profissional e cidadã de nosso povo!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
QUE TAL UMA TEMPESTADE PARA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS NA EMPRESA?
Gerenciar pessoas e problemas, claro, são missões difíceis. Há, porém, uma linha unindo estas duas situações. Muitas, vezes, não há melhor solucionador de problemas do que aquele que vivencia, dia-a-dia, as situações de desafios.
Quem mais sabe sobre o estado da massa do pão que o padeiro? Pois é, por mais competente que seja o gerente da padaria e até o próprio dono, só aquele que põe literalmente a mão na massa é que têm as melhores chances de solucionar problemas naquele setor da panificadora.
Mas, como deve haver uma interação mais perfeita possível entre colaboradores e gerenciadores, uma boa dica é que sejam criadas reuniões também chamadas no mundo da comunicação de brainstormes, ou “tempestades”, aqui no caso, de idéias.
Sim, reúna seu pessoal, solte para eles os problemas pontuais da empresa e deixe-os livres para produzir idéias e sacadas, sem nenhum tipo de censura por parte da direção. Deixe-os seguros de que tudo o que for dito será seriamente analisado. Deixe-os sentirem-se parte do negócio fazendo-se também parte das soluções.
Isso é muito usado em reuniões com o pessoal de publicidade e do marketing. O cérebro, com liberdade de expressão, pode chegar a incontáveis resultados e, por certo, algumas dessas idéias postas à mesa, podem ser usadas para o crescimento de seu negócio e soluções de problemas.
Ah, e não se esqueça de reconhecer e incentivar todos aqueles que participaram desta boa tempestade cerebral. Seus colaboradores com certeza terão uma visão diferente de você e da sua empresa.
D. Amaral
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Alta do mercado de máquinas no Brasil atrai olhares estrangeiros
Empresa alemã Jungheinrich passa a reforçar investimento no país, aproveitando o boom. Um impedimento para o avanço do setor, no entanto, é a falta de foco na sustentabilidade
Por Fernanda Salem, do Mundo do Marketing | 26/01/2012
fernanda@mundodomarketing.com.br
A
aceleração da economia brasileira atinge mercados que não costumam ser tradicionais no país. É o caso dos equipamentos de movimentação, como empilhadeiras, que tiveramcrescimento surpreendente, chamando a atenção de empresas internacionais, como da alemã Jungheinrich, que aumenta seu foco no Marketing B2B no país. O Brasil, no entanto, ainda tem muito o que avançar para acompanhar as tendências mundiais de sustentabilidade.
O mercado nacional de materiais de manuseio teve um crescimento de 172% de 2009 para 2010, chegando a mais de 20 mil produtos vendidos. Em relação às empilhadeiras, o Brasil está entre os 10 maiores da marca em volume. Apesar do boom, a importância em relação ao resto do mundo ainda é pequena. Em 2011 foram vendidas 20.797 máquinas, o que significa 2% do total mundial. O país líder, China, vendeu 224.018 no ano.
“O mercado do Brasil está tomando fôlego atualmente, vamos acelerar nossos negócios no país nos próximos anos. Não podemos esquecer que haverá as Olimpíadas, que também devem aquecer o mercado”, diz Helmut Limberg, Vice-Presidente e responsável por Marketing e Vendas da Jungheinrich, em coletiva de imprensa realizada esta semana na Suíça. Este ano a empresa celebra 10 anos de atuação no mercado nacional, onde ainda é pequena, mas com grandes ambições.
Mercado protecionista
A Jungheinrich, que reúne no Brasil clientes como Sadia, Hypermarcas, Vale e Dia, ainda tem menos de 10% em participação de mercado no país, mas pretende aumentar o índice em médio prazo. Um dos maiores motivos para a lenta expansão é que o Brasil tem a tradição de proteger ativamente os produtores locais e tem diversas restrições em relação a importações de materiais, incluindo uma alta carga tributária. Máquinas usadas, por exemplo, que compõem uma área importante de negócios para a empresa, não podem ser importadas.
Para contornar estes fatores e reforçar sua competitividade, já existe um estudo em andamento na multinacional para realizar uma produção local, com um time escalado para entender o funcionamento do setor brasileiro. Hoje em dia, a empresa atua apenas com mediadores e vendas diretas no Sudeste e Sul. Entre as particularidades do Brasil que o time estudará, uma é expressiva. Enquanto na Europa e nos Estados Unidos se usa mais máquinas elétricas, menos poluentes, no Brasil, os caminhões à combustão ainda representam cerca de 70% do mercado. No ano passado, foram vendidos cerca de 15 mil destes veículos mais poluentes, contra apenas 7 mil dos elétricos.
“No Brasil, os clientes ainda priorizam equipamentos mais econômicos em relação à aquisição e manutenção. É preciso tempo e maturidade do mercado para as empresas começarem a investir em equipamentos mais sofisticados”, diz Markus Grallert, Diretor da Jungheinrich no Brasil. Um fator que agrava esta realidade são as regulamentações brasileiras, ou a falta delas. Não existe uma lei nacional que regulamente o uso de máquinas à combustão em ambientes fechados. Na Europa isto é restrito e em alguns países, como na Alemanha, é proibido, o que fomenta o mercado elétrico, de energias mais limpas.
Falta sustentabilidade no Brasil
Um exemplo desta diferença de realidades é o novo produto da empresa alemã, lançado no fim do ano passado na Europa: uma bateria de lítio para máquinas de movimentação que economiza de 30% a 50% em relação à convencional e tem a vida mais longa. “Apesar da bateria EJE com energia de lítio-íon ser bem mais cara, cada vez mais os clientes a escolhem, principalmente os maiores”, diz Klaus-Dieter Rosenbach, membro do comitê de engenharia da Jungheinrich. Este produto, no entanto, não pode ser vendido no Brasil, porque o país não possui regulamentações para o despejo e a reciclagem da bateria. Devido às restrições europeias, a empresa pretende reduzir em 20% a emissão de gás carbônico até 2020.
A empresa inclusive utiliza a sustentabilidade como benchmarking nos países onde atua e como um dos principais ativos de Marketing. “Nossa liderança é focada no benefício ao consumidor e os clientes cada vez mais prezam o critério de energias limpas e a proteção ao meio ambiente”, diz Limberg. Não se pode dizer o mesmo do Brasil, como de outros países emergentes - ainda. Nacionalmente, os atributos reforçados são a tecnologia e inovação, que também recebem a atenção mundial.
Em 2010, 40% do lucro líquido do grupo foi gasto em pesquisa e desenvolvimento. “Não queremos acabar como a Kodak, por exemplo. Para isso, investimos em tecnologia, e no futuro apresentaremos novidades, como o uso de realidade aumentada, por exemplo”, diz Jan Kaulfuhs-Berger, responsável por Comunicação da Jungheinrich.
O mercado nacional de materiais de manuseio teve um crescimento de 172% de 2009 para 2010, chegando a mais de 20 mil produtos vendidos. Em relação às empilhadeiras, o Brasil está entre os 10 maiores da marca em volume. Apesar do boom, a importância em relação ao resto do mundo ainda é pequena. Em 2011 foram vendidas 20.797 máquinas, o que significa 2% do total mundial. O país líder, China, vendeu 224.018 no ano.
“O mercado do Brasil está tomando fôlego atualmente, vamos acelerar nossos negócios no país nos próximos anos. Não podemos esquecer que haverá as Olimpíadas, que também devem aquecer o mercado”, diz Helmut Limberg, Vice-Presidente e responsável por Marketing e Vendas da Jungheinrich, em coletiva de imprensa realizada esta semana na Suíça. Este ano a empresa celebra 10 anos de atuação no mercado nacional, onde ainda é pequena, mas com grandes ambições.
A Jungheinrich, que reúne no Brasil clientes como Sadia, Hypermarcas, Vale e Dia, ainda tem menos de 10% em participação de mercado no país, mas pretende aumentar o índice em médio prazo. Um dos maiores motivos para a lenta expansão é que o Brasil tem a tradição de proteger ativamente os produtores locais e tem diversas restrições em relação a importações de materiais, incluindo uma alta carga tributária. Máquinas usadas, por exemplo, que compõem uma área importante de negócios para a empresa, não podem ser importadas.
Para contornar estes fatores e reforçar sua competitividade, já existe um estudo em andamento na multinacional para realizar uma produção local, com um time escalado para entender o funcionamento do setor brasileiro. Hoje em dia, a empresa atua apenas com mediadores e vendas diretas no Sudeste e Sul. Entre as particularidades do Brasil que o time estudará, uma é expressiva. Enquanto na Europa e nos Estados Unidos se usa mais máquinas elétricas, menos poluentes, no Brasil, os caminhões à combustão ainda representam cerca de 70% do mercado. No ano passado, foram vendidos cerca de 15 mil destes veículos mais poluentes, contra apenas 7 mil dos elétricos.
“No Brasil, os clientes ainda priorizam equipamentos mais econômicos em relação à aquisição e manutenção. É preciso tempo e maturidade do mercado para as empresas começarem a investir em equipamentos mais sofisticados”, diz Markus Grallert, Diretor da Jungheinrich no Brasil. Um fator que agrava esta realidade são as regulamentações brasileiras, ou a falta delas. Não existe uma lei nacional que regulamente o uso de máquinas à combustão em ambientes fechados. Na Europa isto é restrito e em alguns países, como na Alemanha, é proibido, o que fomenta o mercado elétrico, de energias mais limpas.
Um exemplo desta diferença de realidades é o novo produto da empresa alemã, lançado no fim do ano passado na Europa: uma bateria de lítio para máquinas de movimentação que economiza de 30% a 50% em relação à convencional e tem a vida mais longa. “Apesar da bateria EJE com energia de lítio-íon ser bem mais cara, cada vez mais os clientes a escolhem, principalmente os maiores”, diz Klaus-Dieter Rosenbach, membro do comitê de engenharia da Jungheinrich. Este produto, no entanto, não pode ser vendido no Brasil, porque o país não possui regulamentações para o despejo e a reciclagem da bateria. Devido às restrições europeias, a empresa pretende reduzir em 20% a emissão de gás carbônico até 2020.
A empresa inclusive utiliza a sustentabilidade como benchmarking nos países onde atua e como um dos principais ativos de Marketing. “Nossa liderança é focada no benefício ao consumidor e os clientes cada vez mais prezam o critério de energias limpas e a proteção ao meio ambiente”, diz Limberg. Não se pode dizer o mesmo do Brasil, como de outros países emergentes - ainda. Nacionalmente, os atributos reforçados são a tecnologia e inovação, que também recebem a atenção mundial.
Em 2010, 40% do lucro líquido do grupo foi gasto em pesquisa e desenvolvimento. “Não queremos acabar como a Kodak, por exemplo. Para isso, investimos em tecnologia, e no futuro apresentaremos novidades, como o uso de realidade aumentada, por exemplo”, diz Jan Kaulfuhs-Berger, responsável por Comunicação da Jungheinrich.
*A repórter viajou à Suíça a convite da Jungheinrich.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Posted: 24 Jan 2012 04:00 AM PST Por conta dos custos inerentes à abertura e preparação de uma empresa, geralmente o gestor foca seus esforços em contratar pessoal, comprar equipamentos e atender às exigências legais de cada tipo de empreendimento. Ok, tudo pronto, só falta o cliente vir. Mas nem sempre ele vem como se espera, justamente por conta de não ter sido reservada verba para uma parte da empresa que não pode nunca ser esquecida: o marketing. Aparecer clientes na empresa para comprar seus produtos ou serviços ou apenas visitá-la é algo natural, mas depende muito da localização da empresa. Se ela fica no térreo de um prédio, sua visibilidade é boa e várias pessoas passarão em sua frente. Se está dentro de um shopping, também há grande possibilidade de fluxo de clientes. Mas, e se a empresa está no último andar de um empresarial? E se ela estiver numa rua onde não passa quase ninguém? Falência certa? Não necessariamente. Investimentos em marketing compreendem não apenas fazer um monte de panfleto e sair distribuindo por aí. A identificação do mercado onde se está atuando, a estratégia para captação de clientes, formação de parcerias, promoções especiais de inauguração e outras táticas são importantes para colocar uma empresa iniciante e desconhecida para gerar lucro. A ilusão de alguns empresários que creem ser suficiente abrir uma empresa que os clientes inevitavelmente virão e continuarão vindo é um dos fatores que provoca o fechamento de vários negócios em pouco tempo após iniciados. É aí que o marketing entra: um bom investimento em marketing ajudará a aumentar as chances de sucesso da empresa, acelerar seu crescimento e destacá-la dentre os concorrentes. Mas sem investir o mínimo suficiente, não dá, né? Se você tem uma empresa que depende da sorte para que o fluxo de clientes será satisfatório, passe a pensar em investir em marketing. Converse com um consultor, com outros empresários mais experientes, vá no Sebrae, enfim, procure informações de como fazer um determinado investimento em marketing trazer três ou quatro vezes mais o valor investido. Verá que valerá muito a pena! |
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