quarta-feira, 14 de março de 2012


O CISNE QUE HÁ EM TODOS NÓS

A incompreensão está por toda parte, mas o que é mais perturbador em nossa vida é o desconhecimento quanto a quem somos. Quais são nossos potenciais? Em que somos bom? O que fazemos que nos dá tanto prazer e de tão bem feito todos elogiam? E que fazemos com tanta naturalidade ao ponto de transformar isso em uma bela profissão, por exemplo? Perguntas simples, mas que vivemos uma existência sem nunca fazê-las!

Podemos nos sentir um patinho feio só porque não conhecemos o cisne que há em nós. E por falar no bichinho, que tal assistir o vídeo da Disney sobre esta fábula? Sim, alí – como em todas as fábulas que se prezem – está uma metáfora da condição humana.

Às vezes, só estamos no lugar errado e com as pessoas erradas, procurando espaço, carinho e atenção para nossas ações em áreas que não são as nossas. Quantas vezes você acordou pela manhã e lembrou triste que, dali a algumas horas estaria de volta ao seu emprego, prestes a encarar mais um dia? Lembre-se: a vida passa rápido demais! Busque o cisne que há em você. UMA FORMA PARA MUDAR ISSO É CAPACITAR E GERENCIAR NOSSA EMOÇÃO E RAZÃO. Pense nisso...

quarta-feira, 7 de março de 2012


Texto motivacional – O país dos sapatos
Era uma vez uma industria de calçados de um país, quedesenvolveu um projeto de exportação de sapatos para um outro país muito distante.
Em seguida, mandou dois de seus observadores a pontos diferentesdo país distante, para fazer as primeiras observações do potencialdaquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos observadores enviou a seguinte mensagem para a direção daindustria:
- Senhores, CANCELEM o projeto da exportação de sapatos, pois neste país ninguém tem o hábito de usar sapatos!
Sem saber deste comunicado, alguns dias depois o outro observador enviou seguinte mensagempara a direção da industria:
- Senhores, TRIPLIQUEM o projeto da exportação de sapatos, pois neste país, ninguém tem o hábito de usar sapatos!
A MESMA SITUAÇÃO ERA UM TREMENDO OBSTÁCULO PARA UM DOS OBSERVADORES E UMA FANTÁSTICA OPORTUNIDADE PARA O OUTRO…
Autor desconhecido

terça-feira, 6 de março de 2012


RECLAMAÇÃO NAS REDES SOCIAIS: UM CUIDADO
PARA AS EMPRESAS

Reclamação é algo complicado de engolir na vida pessoal que dirá na vida profissional. Mas, a coisa se torna complicada ao extremo quando é uma empresa que recebe reclamação do cliente diante de um serviço ou produto ruim. A imagem do negócio fica abalada e é bom que o responsável pela comunicação e pelo SAC estejam a postos para debelar o “incêndio institucional”. Imagine se toda essa confusão acontece em meio as Redes Sociais, como Facebook ou Twitter? Aí é que o caldo entorna mesmo, pelo acesso de muitos e a velocidade das informações que transitam por elas.

Bom, claro que sem resposta é que o cliente não pode ficar. Até por que, como já disse, as informações viajam em alta velocidade e o estrago é maior. Assim, como a crítica ao produto ou serviço é vista por muitos, por meio das ”curtições” e compartilhamento, caso do Face e “retwiitagem”, caso do Twitter, as respostas da empresa para o cliente desapontado também passa pelo mesmo processo e ritmo. É bom ficar de olhos bem abertos e ter sempre alguém responsável pelas Redes Sociais, caso sua empresa esteja nelas.

Uma dica: acontecendo alguma reclamação – nenhuma empresa no mundo está livre disso – mantenha a entrega de um “prêmio” como praxe para o reclamante. Agora, não deixe de jeito nenhum que este ato pareça como algo do tipo “cala boca”. Deixe claro que aquela atitude de premiação é única e exclusivamente uma forma de agradecer pela participação do cliente que colabora na melhoria dos serviços e dos produtos da empresa. Que a participação dele ajuda e muito a identificar as deficiências do negócio e que, a partir disso, os serviços e produtos ganharão investimentos e atenção maiores, evitando assim novos problemas para outros clientes. Então, o reclamante deixa de ter este papel e passa a ser um colaborador mais atento que a maioria, alguém mais antenado e proativo. Todos gostariam de receber tais elogios e ser identificados assim.

Pense nisso.

sábado, 3 de março de 2012

A ARTE DA DÚVIDA: "NÃO MATARÁS."


No Pentateuco, durante a subida e descida de Moisés ao monte Sinai, o povo judeu se depara com as Tábuas dos Dez Mandamentos. Entre eles, o artigo “Não Matarás”. Apesar de ser um acontecimento isolado, ou seja, oriundo de um povo – judeus – e numa determinada região – Oriente Próximo – tal mandamento permeia todas as culturas humanas que aspiram a civilidade. Tirar a vida de alguém, sujar as mãos de sangue não passa pela cabeça da imensa maioria dos mortais. Que bom que assim seja. Porém, o “matar” vai além, segundo as Escrituras do Novo Testamento.
 Quem, dentre nós, nunca desejou eliminar alguém da face da Terra? Digo isso tomando por base nossas fraquezas e limites emocionais e racionais. Quando encontramos um adversário que encaramos como perigoso, de alguma forma, a nossa manutenção física, de sobrevivência – nossa e de nossa família – ou de idéias, quantas vezes não desejamos, por uma fração de segundo a penas, que ele ou ela não existissem? Acredito que isso é mais comum em nossa vida do que imaginamos. Simplesmente não identificamos o fato por estarmos envolvido, de alguma forma, emocionalmente na situação e não enxergamos nosso instinto de destruição do adversário. A eliminação do outro não significa apenas física. É certo que quase ninguém imagina sujar suas mãos de sangue para se ver livre de alguém, mas a própria vontade disto, de forma sutil, também faz parte da proibição do “não matarás” bíblico. Assim, nos ensina Jesus em inúmeras passagens, como por exemplo, em Mateus 5, 20-26. Lá, está claro que também é levado em conta, conforme a filosofia cristã, os pensamentos ações (ira, destruição de patrimônio, violência física e psicológica, falso testemunho, fofocas etc.) que antecedem um possível desejo de eliminação material do próximo.
 No gerenciamento de nossas emoções e de nossas razões é importante não negar este fato na dualidade homem-animal. Mais importante é abrir janelas que iluminem nossa percepção através de questionamentos de nós para nós mesmos, colocando nossa mente em xeque: por que não perdoar, não amar em vez de eliminar, destruir, matar? Pois assim, através da arte da dúvida poderemos concluir que a convivência com o outro é de fundamental necessidade para nosso próprio crescimento espiritual e emocional.

D.A

domingo, 12 de fevereiro de 2012


UM LAMENTO IANQUE

Como é triste acompanhar a destruição dos grandes artistas estadunidenses.

Aquele país produz canções e melodias de forma maravilhosa. Sempre tiveram muito talento para isso. Sempre estudaram para isso. Há gerações – principalmente as mais antigas, a partir dos colonizadores – pianos eram móveis presentes em todas as casas de boas famílias. Assim, só com belos arranjos e composição melódicas puderam ao longo do século XX conquistar as rádios de todo mundo, espalhando sua cultura musical, que é tão rica quanto a brasileira, a única que faz equiparação com a nossa, em todo mundo.

Mas aí vem o “american way of life” e destrói tudo! Como destruiu um dia Elvis, Michael Jackson e, agora, a bela e talentosíssima Whitney Houston. Os três morreram a sós – e olha que não estou citando, Cobain, Hendrix ou Joplin e tantos outros nomes da música ianque. Aliás, Elvis e Whitney foram encontrados assim, mortos, num banheiro. Eles que dominaram palcos imensos.

Nesta gravação, durante a entrega do Grammy Awards (o ano não sei, mas nem interessa), a bela negra mostrou o que podia e sabia fazer com sua voz, dicção e interpretação. Deus confiou isso tudo a ela. E ela morreu no banheiro...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


SERÁ QUE VOCÊ SE DARIA BEM TRABALHANDO EM CASA?

Trabalhar em casa, o chamado home office, é provavelmente o sonho de muitos profissionais. Digo que é mesmo muito interessante não ter que enfrentar diariamente o despertador no comecinho da manhã e – como de costume para muitos – não ter que sair correndo para não se atrasar. Por mais que se queira, poucos se enquadram nesta rotina.

Andei pesquisando sobre esta forma de trabalho no Brasil. Encontrei um dado interessante: segundo IBGE, 23% dos brasileiros trabalharam em casa, em 2010. Bom, tem muita gente apostando neste formato, mas, como já disse trabalhar em meio aos afazeres domésticos não é para todo mundo.

Primeiro, tem que ter muita disciplina, para o mais e para o menos. Não entendeu? Eu explico: assim como em qualquer empresa você tem horário para entrar, almoçar e sair, seu compromisso com o batente deve seguir as mesmas regrinhas trabalhando em casa. Ou seja, se não tomar cuidado, em pouco tempo você estará trabalhando da hora que acorda até a hora de dormir, sem descanso para nada. Aí, realmente não é uma boa.

Agora vamos ao outro extremo. Se você não dá a mínima para o relógio, vai pensar que pode dormir até à hora do almoço e, com isso, não irá cumprir suas metas profissionais daquele dia. Então, a coisa também começa a afundar e você vai querer voltar correndo para o lado do chefe.
           
Há outros pontos que devem ser levados em conta como, por exemplo, a proximidade com os problemas rotineiros da casa, as brincadeiras dos filhos, barulhos, visitas inoportunas, cuidados com o gato, cachorro e papagaio. E por aí vai!

Então, é bom se perguntar: “Tenho o perfil necessário para trabalhar em casa e fazer meus próprios horários? Sou disciplinado e organizado? Se não, é melhor ficar do lado dos colegas e encarar o lado bom disso: depois de um longo dia de trabalho e de cobranças, pelo menos vai ter a turma para dividir aquela cervejinha e churrasquinho na esquina.

Danilo Amaral
Jornalista e Consultor de Marketing