sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Cuidado com os pensamentos que habitam sua mente, eles se tornarão realidade. E para os bons pensamentos, lembre-se: Não basta somente tê-los, você tem que transformá-los em realidade com muito trabalho dedicação


Meu Bom Dia a todos!! Afinal, é sexta-feira... ;)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012


Existem vários tipos de clientes na área de consultoria. Um deles é o indeciso. O indeciso sente que pode, ou não, precisar de uma consultoria. Ele estaria disposto a contratar os serviços de um consultor, mas precisa ter mais embasamento para tomar uma decisão dessas. Como trabalhar um cliente assim?
Você pode responder: “Ora, é só trabalhar esse cliente, mostrando a ele que a consultoria pode trazer resultado. É só ser vendedor!”. Mas aí é que mora o perigo. Na ânsia de vender mais um serviço de consultoria, o consultor pode se precipitar e se aproveitar “sem querer querendo” de uma possível fragilidade e sugestividade do prospect. Então, facilmente venderia o serviço, já que a dúvida fez o cliente se decidir sem refletir muito. Pouco tempo depois o cliente muda de ideia e então começa o transtorno.
Aqui em Recife, por não haver uma cultura mais forte sobre a utilização de serviços de consultoria, é fácil encontrar prospects receosos. Clientes em dúvida devem ser trabalhados com toda calma do mundo. Seguem algumas dicas simples para que nenhuma das partes saia machucada nessa situação:

1- Diminua seu instinto de vendedor

Todo bom consultor é bom vendedor de si mesmo e de seus serviços. Ao perceber que o prospect pode ser uma presa indefesa, o consultor pode se apressar em vender vários serviços que o cliente não necessariamente esteja precisando.

2- Dê tempo ao seu cliente

Respeite a cara de interrogação do prospect quando ele está pensando se irá ou não te contratar. Consultoria é uma venda que leva um certo tempo, especialmente se for uma consultoria muito complexa. Deixe o cliente pensar, não pressione-o.

3- Mostre os prós e contras

Consultor que se preze é sincero, tanto para o lado do cliente quanto para o dele mesmo. Então, se o cliente tem dúvida com relação aos serviços apresentados, seja honesto e mostre-o se os serviços são necessários naquele momento ou não. Essa sinceridade e empatia irá reforçar ainda mais a sua credibilidade junto ao cliente, o que aumenta muito as chances de fechar contrato.
É melhor um cliente consciente do que está contratando que um cliente que se sente enganado pelo consultor e passa a rebaixar sua imagem na propaganda boca a boca. Lembre-se disso!

do Artigos do Ponto Marketing

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Meu novo artigo para o jornal O POVO

Políticos na Net 2.0

06.01.201201:30

Para quem deseja se comunicar com outros, as redes sociais tornam-se imprescindíveis. Imagine para os políticos que devem sempre estar antenados ao que se passa na mente – e nos corações – dos eleitores! 
Apesar desta lógica, poucos são aqueles que operam com relativa eficiência espaços como twitter, blog e Facebook. A constatação é simples: nestes canais de comunicação o público não fica apenas recebendo as mensagens de seus representantes. Por isso o “2.0”, que representa a evolução de uma internet onde o usuário apenas recebia a mensagem, mas não podia interagir, para a geração também de conteúdo. A coisa mudou e democraticamente para melhor. Na internet, todos falam.

As próximas eleições deverão produzir políticos 2.0 que saibam, não apenas falar e escrever em seus blogs e páginas do Facebook, mas, acima de tudo, devem saber, e muito bem, de forma profissional se possível, responder aos seus eleitores. 

Fazer marketing eleitoral e político para a internet não é o mesmo que produzir programas de horário eleitoral gratuito (que ninguém suporta assistir) nem editar material gráfico de cores berrantes só para tentar chamar a atenção cada vez mais difícil dos eleitores.

Meses atrás o Ibope Nielsen On Line divulgou estudo onde aponta que mais de 46 milhões de brasileiros usam as redes sociais em casa ou no trabalho. Isso confere ao Brasil o terceiro lugar mundial no ranking de uso das redes.

Diante disso, cabe aqui uma perguntinha aos nossos políticos de plantão que ainda teimam em fazer campanhas eleitorais na base da pintura de muros, santinhos e cartazes poluidores, como se fazia no passado recente: É possível, senhores, desprezar milhões de pessoas que passam horas em frente a computadores?

Mas, atenção, não falo de uma massa passiva e sem autonomia de comunicação, e sim de gente que quer ouvir, mas principalmente ser ouvida.

E ainda tem político que não responde aos emails ou as postagens de seus eleitores em seus blogs e páginas do twitter e Facebook.

Danilo Amaral
daniloamaraljornalista@gmail.com
Jornalista, consultor de Marketing Político e Eleitoral e especialista em Gestão

Políticos na Net 2.0 | Opinião I Jornal de Hoje | O POVO Online

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